Dançamos para os deuses da chuva,
Ouvimos seus berros brilhantes
Rasgarem o céu.
Toda a covardia primaria,
Provem da falta de imposição.
Pois nos erguemos contra a tempestade.
A grande queda ocorreu..
De pé, teimamos e fomos mais forte
Para depois começarmos a dominar os elementos
Nunca a nós mesmo,
Crescemos na guerra. Forjado nas catacumbas, o destino
Caminhamos nas eras, fomos além,
Ao tédio e a estupidez. Tudo ao redor
Celebramos a nós, ao caos criado
A invenção motora de servos do passado.
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